Fim das tatuagens com objetivos estéticos

Alessandro Almeida combate prática que fere diretamente o Código de Proteção Animal e vem se tornando comum entre alguns adeptos.

O tema em questão parece absurdo para quem defende o bem-estar animal. Porém, a prática de tatuagens para fins estéticos vem se tornando comum entre alguns adeptos.

Acredita-se que tal ato seja um reflexo do processo de humanização que os animais têm sofrido, principalmente em relação aos pets.

Antigamente, usava-se a tatuagemcomomododeidentificaçãode um animal - essa prática tem sido cada vez menos utilizada já que a microchipagem animal oferece recursos infinitamente maiores, com custo relativamente baixo e sem sofrimento considerável.

Já as tatuagens para fins estéticos ferem o Código de Proteção Animal por ocasionar sofrimento e agravamento da saúde em vista de potenciais infecções.

Assim, Alessandro Almeida participou da assinatura de um PL que acrescenta um item importante dentro da lei 5.291/2019. A alínea considera “mutilação voluntária as tatuagens, colocação de piercings e outras intervenções que gerem dor ao animal”. As punições por esse ato serão aplicadas sobre os tutores e os responsáveis, podendo representar desde multa até perda da guarda.

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